“Meu amor próprio é o limite”

Senti por muito tempo a sensação de impotência, de desamparo, carência e muito muito apego aos sentimentos.  
Até pouco tempo parecia que as relações na minha vida só tinham uma finalidade= suprir qualquer ponto de uma dessas necessidades profundas. 
A falta de atenção da parte das pessoas, ou mesmo tudo o que me deram, nunca foi o suficiente para mim me sentir aceita, acolhida e ouvida como gostaria. 

Ter me aberto pra poder me ver, não foi agradável... Mas ao mesmo tempo eu com esse jeito poético, e dramático de ser, poetizei tudo, faço isso até hoje.Pra poder me curar... Sinto que a escrita é uma cura muito profunda. Desde que iniciei novamente escrever nos meus diários, estudar sobre o que minha alma comunica que quer se alimentar, tem me linkado em caminhos renovadores. 

O conhecimento e o saber transmuta o que antes era impossível sem erros. Se amar e reconhecer os próprios limites parte dessa mensagem. 

{Amar a mim mesma não é egoísmo, significa amar o pacote completo, o que se aprimora vem com o tempo. me reconheço mulher de valor, para expandir meus caminhos, e fazer de meus cenários grandes universos!} 

~Karolyn Garcia

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